sábado, 26 de março de 2011

BASÍLICA EM ISRAEL PODE ABRIGAR TÚMULO DO PROFETA ZACARIAS



Descoberta igreja da época bizantina em Hirbet Madras, região que abrigou uma importante comunidade judaica na época romana.Arqueólogos israelenses apresentaram no dia 02 de fevereiro as ruínas de uma basílica da época bizantina descoberta recentemente, em um local onde poderia estar o túmulo do profeta bíblico Zacarias. As escavações começaram após a prisão de um grupo de saqueadores que exploravam o local.
A nave da basílica tinha oito pilares de mármore. Os mosaicos estão decorados com motivos florais, de animais, em especial pássaros, e geométricos. Serão recobertos nos próximos dias para sua preservação. Sob o edifício há uma segunda camada de mosaicos deste período, e mais abaixo uma rede de grutas onde poderia estar o túmulo de Zacarias.
"Investigadores que visitaram o local consideram que seja o local de residência e do túmulo de Zacarias", segundo um comunicado da Autoridade de Antiguidades, que considera que esta hipótese ainda deva ser verificada.
O sítio de Hirbet Madras - conhecido desde o fim do século XIX - abrigou uma importante comunidade judaica na época da revolta de Bar Kokhba, chefe do último levante judeu contra o império romano em 135 d.C., segundo arqueólogos israelenses.
Os arqueólogos encontraram no local moedas judaicas, lâmpadas e cerâmica dos primeiros séculos depois de Cristo.
Conhecido por seu livro, Zacarias - que não deve ser confundido com Zacarias, pai de São João Batista - é o número 11 dos 12 profetas menores da Bíblia e teria vivido antes de Cristo.
A matéria completa você encontra no endereço abaixo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia

quarta-feira, 16 de março de 2011

Frases - N. T. Wright






N. T. Wright  

 Um dos mais conhecidos e respeitados estudiosos do Novo Testamento da atualidade. Bispo anglicano de Durham, na Inglaterra, foi professor das universidades de Cambridge e Oxford por vinte anos e é professor visitante de universidades como Harvard Divinity School, nos Estados Unidos, Universidade Hebraica de Jerusalém e Universidade Gregoriana em Roma, entre outras. É autor de mais de quarenta livros e articulista de jornais como The TimesThe Independent e The Guardian. 

Assista


Criaturas  Incríveis

Sinopse: A Teoria da Evolução é verdadeira? Você já teve acesso a informações suficientes para avaliar entre criação ou evolução? O Dr. Jobe Martin descreve a si mesmo como sendo originalmente um evolucionista convicto e dedicado. Um dia, porém, após a aula na faculdade, um grupo de alunos veio até sua mesa com uma dúvida e um desafio que mudariam radicalmente sua vida. Eles simplesmente perguntaram se alguma vez ele tinha examinado a fundo as “suposições” darwinistas.
O Dr. Martin ficou perplexo! Ele estudara evolução por anos e jamais percebera qualquer “suposição”. Entretanto, a idéia o intrigou e ele começou a estudar algumas peculiaridades específicas da Teoria da Evolução. Imediatamente, encontrou “suposições” que nunca vira antes; era como se uma lente escura tivesse sido removida e ele pudesse até mesmo ver que as suposições, de fato, existiam. Ele logo percebeu que certos mecanismos de sobrevivência dos animais jamais poderiam ocorrer aleatoriamente — mesmo num período de bilhões de anos.
Neste documentário. o Dr. Martin não apenas abre o jogo quanto a sua conversão de darwinista em criacionista, como também apresenta exemplos impressionantes de animais que foram projetados de maneira inteligente.

Título Original: Criação Vs Evolução – Criaturas Incriveis
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 45 min cada
Ano de Lançamento: 2007

Frases: Francis Shaeffer




Francis A. Schaeffer
(1912-1984. Teólogo e Filósofo Americano, Autor do Best Seller "A morte da Razão" )

Um Rei Poderoso, Uma Moça Humilde

IMAGINE QUE HOUVESSE UM REI que amasse uma moça humilde", principia uma história de Kierkegaard.
Não havia rei como ele. Todos os estadistas tremiam diante de seu poder. Ninguém ousava pronunciar uma pa­lavra contra ele, pois ele possuía a força para esmagar to­dos os oponentes. E, ainda assim, esse poderoso rei derre­teu-se de amores por uma moça humilde.
Como podia declarar seu amor por ela? Por ironia, sua própria realeza deixava-o de mãos amarradas. Caso trouxesse-a ao palácio e coroasse-lhe a cabeça com jóias e vestisse-lhe o corpo com vestes reais, certamente ela não resistiria — ninguém ousava resistir-lhe. Mas ela o amaria?
É claro que diria que o amava, mas amá-lo-ia de ver­dade? Ou iria viver com ele temerosa, secretamente se las­timando pela vida que havia deixado para trás? Seria feliz ao seu lado? Como ele poderia saber?
Caso ele fosse na carruagem real até a cabana dela na floresta, com uma escolta armada balançando imponen­tes estandartes, isso também a atordoaria. Ele não deseja­va uma súdita servil. Desejava uma amante, uma igual. Desejava que ela esquecesse que ele era rei e ela uma moça humilde e que deixasse que o amor partilhado vences­se o abismo existente entre eles.

"Pois é somente no amor que o desigual pode ser feito igual", concluiu Kierkegaard. O rei, convencido de que não poderia fazer a moça melhorar sua condição social sem repri­mir sua liberdade, decidiu rebaixar-se. Vestiu-se de pedinte e aproximou-se da cabana incógnito, com uma capa surrada, frou­xa, esvoaçando ao seu redor. Não era um mero disfarce, mas uma nova identidade que assumiu. Renunciou ao trono para ganhar a mão dela.
O que Kierkegaard expressou em forma de parábola, o apóstolo Paulo expressou nestas palavras acerca de Jesus, o Cristo:

Cristo Jesus,... subsistindo em forma de Deus,
não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
antes a si mesmo se esvaziou,
assumindo a forma de servo,
tornando-se em semelhança de homens;
e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou,
tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.

Por Philip Yancey - Jornalista e Escritor Americano

extraido do livro Decepcionado com Deus, editora Mundo Cristão


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

FIM DO MUNDO





Pelo Brasil ser um país cristão, creio que também por outros fatores, somos acostumados com a ideia do 'fim do mundo'. E no cristianismo, e quando lemos os ensinamentos de Cristo, podemos ver suas afirmações a respeito do fim. Acredito que muitas outras religiões tratam do 'fim', mas desconheço seu posicionamento, por isso limito-me a visão cristã e também por outros fatores. A questão é que a medida que se ouve falar dos acontecimentos da natureza, das guerras e outros fatores não-normais, nem mesmo toleráveis, as pessoas associam esses acontecimentos com o conhecimento cristão que elas tem sobre esse fim. Às vezes, eu mesma costumo brincar com meu irmão por ele se apoiar nas descobertas científicas de outros planetas que podem ser habitados. Eu digo a ele que os cientistas tão vendo que o mundo num vai aguentar muito e já estão procurando um outro lugar para viverem.


Mas, qual a possibilidade desse 'fim'? Começo com um argumento bem simplista, tudo que tem um começo tem um fim. E se você perguntar: "Deus tem um fim?" Acredito que o que é eterno não tem fim, portanto não tem começo, apenas são. Eu mesma me pergunto: Como pode algo que não tem começo existir? Talvez, somos finitos demais para compreender o que é eterno. 


O 'fim do mundo' - numa perspectiva histórica. Desde que Jesus Cristo, depois de ressurreto, segundo a bíblia, foi elevado aos céus é esperada sua vinda. O próprio Jesus falou a respeito de alguns sinais que revelariam a proximidade de Sua vinda e consequentemente do 'fim do mundo'. Haveria "barulho de batalhas ou notícias de guerra" , mas ainda não seria o fim. Haveria "falta de alimentos e tremores de terra", os cristãos seriam "presos e entregues para serem maltratados [...] e mortos" ¹. Fala mas outras coisas, você pode conferir Mateus 24:3-14, Marcos 13:3-13, Lucas 21:7-19. Acontece que muitas dessas coisas citadas já vem acontecendo ao longo dos séculos.


"A história da cristandade, até o séc. XVI, é uma história das expectativas [...], de uma contínua expectativa do final dos tempos; por outro lado, é também a história dos repetidos adiamentos deste mesmo fim." ² Isso mostra o que acontece hoje de ligar certos acontecimentos com o que Jesus falou. Apesar disso, a história do 'fim' ainda está à tona. A mais nova é relacionada ao fim do calendário asteca, exatamente no ano que vem - 2012. Mesmo depois das separações todas que ocorreram na história, o fim ainda está lá, ruim ou não, ainda está lá a nos esperar. "Ao separar a história sacra, a história humana e a história natural, ele (Bodin) transformou a questão do fim dos tempos em um problema de cálculo astronômico e matemático." ³ 


Saindo da escatologia cristã sobre o 'fim', o que será do nosso 'fim'? O nosso futuro ficou em aberto. Acredite-se ou não haverá um fim e devemos está bem certos quanto a isso, mesmo que não saibamos que fim será esse. As pessoas apostavam tudo na ciência, alguns séculos atrás - nãoo sei hoje -, no progresso. Marc Bloch dizia que nosso pobre mundo " justamente orgulhoso de sua ciência não consegue, todavia criar para si um pouco de felicidade." 4  É,  já se foi o tempo de se acreditar na ciência que poderia nos ajudar a ter uma vida melhor, depois que essa ciência foi usada como poderosa arma em campos de batalha,  produzindo a aflição dos povos. As aflições só aumentam. Existem países que poderiam manter a si mesmo e ajudar outros a se manterem, mas assim o capital não cresce, certo? Errado! O vídeo A História das Coisas [ http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E ] mostra o quanto nosso planeta sofre por usarmos além dos limites possíveis a sua matéria-prima, o quanto as massas são esquecidas na história, o quanto o Estado que era venerado há séculos atrás como o fim do progresso se dobra diante das grandes corporações.


Assim, com o futuro em aberto surgiram duas questões: O prognóstico racional "é um momento consciente da ação política. Relacionado a eventos cujo o ineditismo ele próprio libera. O tempo passa a derivar, então, do próprio prognóstico, de uma maneira continuada e imprevisivelmente previsível." O prognóstico pode prolongar a esperança do fim, mas se ele falhar, não dá para repetir, nem como erro, ele ficará preso a sua previsão. A filosofia da história está não em apenas saber como vai ser esse futuro, mas em acelerá-lo. "Pois que proveito teria se aquilo que ele considera ser o melhor não se tornar o melhor ainda em seu tempo de vida?" 5 A filosofia da história recupera o futuro para o tempo presente.


Por fim, no século XVII o tempo histórico ainda era visto como o natural. E mesmo assim o futuro escatológico como creem os cristão ou o futuro da consciência histórica e da política moderna não tem fundamento novo em si. Todos apontam um fim! E completo dizendo, se essa história realmente tem um fim, como estamos vendo, prefiro me agarrar a verdade, ao único que me ensina a viver, prefiro ouvir o ensinamento do homem-Deus que fez coisas que ninguém poderia fazer, que falou sobre coisas que aconteceriam ante de acontecer, que se fez carne e habitou entre nós. E que por fim... virá. Pois se Ele não ressuscitou dos mortos, comamos e bebamos pois amanhã morreremos e nossa fé seria em vão. Mas, se Ele vive não temos nada a perder!




Notas:
1. Mateus 24: 6,7,9
2. In. Koselleck, Reinhart. FUTURO PASSADO. Rio de Janeiro. Contraponto/ Ed. PUC. Rio, 2006. (p. 24)
3. Ibid., p.28
4. Bloch, Marc. APOLOGIA DA HISTÓRIA OU OFÍCIO DO HISTORIADOR. Trad. André Telles. Rio de Janeiro, Joorge Zahar, 2001 (p.44)
5. In. Koselleck, Reinhart. FUTURO PASSADO. Rio de Janeiro. Contraponto/ Ed. PUC. Rio, 2006.(p. 32, 37)




Marília Teles, 17 anos, em seu segundo ano de história na UFPB, cristã, apaixonada por música e bloggera falida.  www.mariliateles.wordpress.com

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Em meio ao caos no Egito, cristãos realizam ato de amor fazendo escudo humano para muçulmanos

Na virada do ano, ocorreu o atentado de um homem-bomba na cidade de Alexandria, no Egito, que matou 23 cristãos. Nestes últimos dias dezenas de cristãos foram mortos por extremistas muçulmanos, que se aproveitaram do caos que o país vive. Mesmo assim, a foto abaixo, registrada por Nevine Zaki, revela uma imagem de paz e tolerância em meio à situação calamitosa que o Egito vive.

Um grupo de cristãos coptas, que são cerca de 10% da população egípcia, decidiram dar as mãos e criaram uma espécie de corrente humana para proteger uma centena de muçulmanos que interromperam os protestos para as orações mandatórias do islamismo. Mesmo em minoria, os cristãos atuaram como uma espécie de equipe de segurança, protegendo seus compatriotas de religião diferente de qualquer ataque inesperado da polícia ou de outros manifestantes.

fonte:  http://www.pavablog.com/2011/02/04/cristaos-e-muculmanos-unidos-no-egito/