segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lançamento: O Ateísmo Cristão e Outras Ameaças à Igreja

O evangelho sempre será loucura para o homem não regenerado. Todavia, Cristo e os apóstolos não queriam que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamassem de loucos a não ser pela pregação da cruz. Não é essa a realidade de parte considerável da igreja evangélica brasileira.


Desvirtuam os ensinos de Jesus e promovem tanta insensatez, superstição, coisas ridículas, que damos aos inimigos de Cristo um chicote para nos baterem. Somos ridicularizados, não por pregar a Cristo crucificado, mas pelas sandices e bobagens feitas em nome de Jesus. Nenhum desses males, entretanto, alcança o dano provocado pelo câncer do ateísmo cristão. Que diferença há entre não acreditar em Deus e acreditar num que não intervém, não age na história humana e nem se relaciona com as pessoas?


Este livro nos provoca a escolhermos entre o certo e o errado, pularmos de nossas poltronas e tomarmos partido nessa verdadeira guerra que a igreja evangélica brasileira vive contra suas próprias entranhas.


Qual o nosso papel nessa história? Quanto estamos dispostos a mudar nossos próprios conceitos para a missão de ser "sal da terra" em uma sociedade com os paladares tão alterados? O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja oferece algumas luzes poderosas, vindas diretamente de dentro da Igreja, como autêntico farol que deveria ser.
Para adquirir aqui na Paraíba ligue para Helton (83 8828 0295 ou 9604 9639)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Fé cristã: o verdadeiro humanismo

O humanismo é um conceito que tem assumido diferentes sentidos nos últimos séculos. Na época do Renascimento, significou a valorização do ser humano, da vida no mundo e das conquistas da humanidade. Isso se manifestou de maneira especial na redescoberta dos clássicos e em um rico florescimento da literatura, da ciência e das artes. Dois ou três séculos mais tarde, com o advento do Iluminismo, surgiu o chamado “humanismo secular”, em que essa afirmação do valor da vida e do ser humano foi acompanhada de uma forte rejeição de qualquer realidade transcendente ou espiritual. Tal mentalidade exerce poderosa influência na cultura pós-moderna contemporânea.

Existe também o que se denomina “humanismo cristão”. O cristianismo tem uma concepção elevada do ser humano e afirma a dignidade e até mesmo a sacralidade da vida. Todo indivíduo reflete a imagem do Criador e tem um lugar privilegiado no cosmos (Gn 1.26; Sl 8.5). Jesus Cristo, em seu ensino e exemplo, insistiu na importância de valores como a justiça, a solidariedade, a misericórdia e, acima de tudo, o amor (Mt 22.37, 39). Ao longo dos séculos, essas convicções geraram imensos benefícios para indivíduos, comunidades e nações. É verdade que a história também tem testemunhado manifestações negativas associadas com o cristianismo, as quais, todavia, representam uma traição dos valores e ideais mais caros da fé cristã. É bastante reveladora uma comparação entre a herança cristã e outras cosmovisões.

A ciência
Não se pode negar que, nos últimos séculos, os avanços da ciência têm contribuído em muito para beneficiar a vida humana. Nos campos da medicina, da biologia, da química e da engenharia têm ocorrido descobertas e invenções que elevaram sensivelmente a qualidade de vida de um grande número de pessoas. Porém, as concepções filosóficas que servem de base para a ciência moderna contribuem para a desumanização ao questionarem a singularidade e o valor supremo da pessoa humana. Nunca a humanidade esteve tão ameaçada pelo cientificismo, a concepção de que a ciência tem uma explicação última da realidade, de que ela pode resolver todos os reais problemas do mundo e, pior ainda, de que os métodos científicos devem ser estendidos a todos os domínios da vida humana.

Duas áreas em particular, nas quais pode se manifestar essa soberba da ciência, são a biologia evolutiva e a cosmologia. O evolucionismo transformado em dogma afirma que a humanidade é um acidente fortuito na trajetória impessoal do universo. Assim, tudo -- os valores, os comportamentos, as virtudes e a própria religiosidade -- passa a ser explicado em termos mecanicistas. As teorias da formação do universo com frequência também insistem na insignificância e na virtual falta de sentido da existência humana, fruto de processos físicos e químicos aleatórios ao longo de incontáveis eras. Essa mentalidade pode contribuir para uma atitude de banalização da vida e de relativização de valores outrora fundamentais.

As ideologias
Uma ideologia pode ser conceituada como o conjunto de afirmações, teorias e objetivos que constituem um programa sociopolítico. O século 20 presenciou o surgimento de algumas das ideologias mais opressivas da história, entre as quais merecem destaque o nazismo, o fascismo e o comunismo. O nazismo ou nacional-socialismo, com todo o seu horror, desapareceu enquanto sistema político, embora, de modo preocupante, continue a inspirar indivíduos e organizações. O fascismo, seu irmão gêmeo, também foi superado enquanto filosofia de governo, mas seus pressupostos continuam vivos e florescentes em muitas áreas da cultura moderna (ver “O Fascismo Moderno”, de G. E. Veith Jr.). Quanto ao comunismo, apesar de seu trágico legado ao longo do século 20, continua a seduzir grandes contingentes de pessoas.

Todas essas ideologias tiveram o propósito declarado de lutar pela liberdade e a igualdade, mas acabaram se revelando autoritárias e violadoras dos direitos humanos, substituindo antigas formas de opressão por outras mais virulentas. O socialismo, especialmente em suas versões latino-americanas atuais, apresenta algumas tendências extremamente perigosas, que poderão resultar em tragédia no futuro. No Brasil, a crescente ideologização da política tem gerado efeitos deletérios como o crescimento desmedido do estado, a conivência com a corrupção e a crescente interferência na consciência individual, exemplificada pelo esforço partidário-estatal de impor uma visão particular de moralidade sexual na legislação e na educação.

A religião
Pela magnitude das paixões que desperta e do poder que concentra, a religiosidade também pode se tornar um instrumento de desumanização, de violação da dignidade humana. Como já foi apontado, o cristianismo, em suas diferentes tradições (católica, ortodoxa e protestante), teve, ao longo da história, manifestações de cumplicidade com o mal, contradizendo os princípios mais essenciais de seu fundador. As cruzadas, a inquisição e os “pogroms” contra os judeus medievais são exemplos disso. Hoje, o mundo está sendo assolado pelo fenômeno assustador do fundamentalismo religioso militante, no qual, em nome de Deus e da fé, são cometidas as mais horríveis atrocidades, despertando em muitos uma aversão ainda mais intensa contra qualquer espécie de religiosidade.

Como todos sabem, a religião em que isso alcança maior expressão na atualidade é o islamismo. Tal fato é especialmente lamentável tendo em vista que, em séculos anteriores, os muçulmanos não somente deram extraordinárias contribuições culturais, mas se destacaram por sua considerável moderação em relação a outros grupos. Todavia, os líderes e a imprensa ocidentais deveriam ser mais cautelosos em seu constante esforço de dissociar as ações dos fundamentalistas dos princípios do verdadeiro islamismo. Por razões históricas e doutrinárias, a religião islâmica tem uma propensão para a intolerância. Sua concepção teocrática, de controle de todos os aspectos da vida e da sociedade, faz com que, por exemplo, mesmo em nações não governadas por fundamentalistas, haja grande cerceamento dos direitos e das atividades de outros grupos religiosos, particularmente cristãos.

Conclusão
De todas as tradições e correntes de pensamento e vida, provavelmente a fé cristã é a que maiores contribuições tem oferecido em prol da valorização e da defesa da dignidade humana, em âmbito mundial. Desde o início, os cristãos se empenharam na proteção da criança, da mulher e da família. Suas escolas, hospitais e outras instituições dignificaram a vida de muitos indivíduos e comunidades. O humanismo cristão centrado no respeito, na solidariedade, na justiça e no amor tem permeado, mesmo que imperceptivelmente, a cultura, a legislação, as instituições públicas e os valores éticos de muitas nações. No entanto, o mundo pós-moderno, com seu relativismo subjetivista e seu abandono de referenciais sólidos, corre o risco de mergulhar novamente na barbárie, como tem sido vaticinado por muitos observadores, inclusive seculares. Importa que os cristãos não descansem sobre os louros do passado, mas renovem seu compromisso com o evangelho, em todas as suas implicações, nos dias desafiadores em que vivemos.

• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”. 
asdm@mackenzie.com.br

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dica de Leitura: POR QUE CONFIAR NA BÍBLIA?

POR QUE CONFIAR NA BÍBLIA?

respostas a 10 perguntas difíceis
Amy Orr-Ewing
Páginas144


AssuntoApologética, Bíblia, Vida Cristã
Ano2008
EditoraUltimato



“Sinceramente, você acredita em tudo que está escrito na Bíblia?” 

Por Que Confiar na Bíblia? é uma resposta a esse desafio. Com sensibilidade e clareza, Amy Orr-Ewing aborda as dez objeções mais freqüentes levantadas contra as Escrituras, como “Os manuscritos originais são confiáveis?”, “E quanto aos outros livros sagrados?”, “Como posso ter certeza?”, entre outras. 

*** 

Por Que Confiar na Bíblia? é uma exposição apologética brilhante, que derruba os argumentos superficiais e sua tentativa de desmoralizar a Bíblia, encontrados atualmente na imprensa, em documentários, filmes feitos para televisão ou grandes produções cinematográficas.” 
-- Greg Haslam, da Capela de Westminster, Londres 

“Amy Orr-Ewing é uma das melhores comunicadoras de sua geração e responde a dez perguntas difíceis sobre a Bíblia com honestidade e convicção.” 
-- Alister McGrath, autor de Como Lidar com a Dúvida 



Autora de Por Que Confiar na Bíblia?, Amy Orr-Ewing é diretora do Zacharias Trust, organização que procura explicar as boas novas da salvação em Jesus para pensadores céticos. É formada pela Universidade de Oxford e pelo King’s College, em Londres.






PARA ADQUIRIR ACESSE http://www.ultimato.com.br/loja/produtos/por-que-confiar-na-biblia
na PB ligue para H&R Livros 3042-7423

Criação ou Evolução?

Escutei algumas vezes colegas afirmarem que a teoria da evolução já pode ser considerada Lei cientifica. Também escuto muitos dizerem "criacionismo é uma babaquice que já foi descartada pela ciência moderna."

Esse Blog defende plenamente a idéia do universo como uma criação muito bem projetada pelo Deus Bíblico. Por meio de matérias e artigos pretendemos defender nossa opinião por meio deste espaço virtual.

Desta vez gostaria de fazer propaganda de um site bastante interessante sobre o assunto. É o http://www.dissentfromdarwin.org 
O Site lista nomes de centenas de cientistas da atualidade que discordam da Teoria da Evolução e preferem acreditar em um Criador por trás de toda a vida.

Durante décadas recentes, novas evidências científicas de muitas disciplinas científicas como a cosmologia, física, biologia, da pesquisa de "inteligência artificial", e de outras áreas fez com que os cientistas começassem a questionar o dogma central darwinista da seleção natural e a estudar com mais detalhes a evidência que a apóia.

Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apóia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.

Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e se levantam como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde quando o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas têm se manifestado corajosamente para assinarem seus nomes.

A lista está crescendo e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).

Confira!

Prof° Helton de Assis Freitas
Editor geral


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CRER OU NÃO CRER: EIS O CRISTÃO! (PARTE III)


por Prof° Bruno Pontes
Segundo Diálogo

Das muitas religiões existentes no mundo, somente o Cristianismo requer um guia sobrenatural. Nenhuma qualificação terrestre (igreja, pastor, mestre...) pode permitir a alguém entender a verdade de Deus. Que este segundo diálogo seja usado por Deus para nos lembrar de nossa grande necessidade de um professor Divino e do privilégio de termos o Espírito Santo como "O Mestre maior". Ele verdadeiramente é o "Espírito da Verdade" (João 15:26).
Lembro de quando estava para ser ordenado pastor, e um grande pastor e amigo me disse a seguinte frase: "Bruno! se você manter o seu caráter independente das circunstâncias, sempre serei seu amigo. Não troque sua fé racional por doutrinas humanas." - Nunca esqueci!

Primeiro porque a Bíblia é nossa regra de fé e prática foi inspirada pelo Espírito Santo. Certamente tal inspiração do Novo Testamento foi uma grande parte da promessa de Cristo relativa à vinda do Espírito como nosso professor (João 14:26). Aprendamos então com alguém que tenha algo a nos ensinar, não com falsos mestres e com aqueles que acham que são pastores, guias, apóstolos ou algo parecido.

Segundo porque os homens não regenerados estão em um total estado de “ignorância” espiritual (II Coríntios 4:3-4, João 3:3, Efésios 4:18) verdadeira cegueira (Ô povo cego!). A Bíblia descreve-os como encobertos, adormecidos, tolos, e cheios de escuridão. Essa condição não deve ser vista somente como uma ausência de conhecimento, mas também como uma falta de habilidade natural para apreciar, discernir, compreender e receber a verdade espiritual. É como se trocassem o melhor pelo bom. Os pecadores podem ser ótimos conhecedores da Bíblia e mesmo assim, podem nunca terem discernido verdadeiramente as coisas de Deus (I Coríntios 1:18-21; 2:9-16), até os crentes estão assim, continuam cegos em suas fantasiosas espiritualidades ou dons espirituais mecânicos acionados pelo botão “Penteca / On-Off”, sem nenhuma heurística bíblica ou divina (também, quem diz ao “espírito”, que eu nem sei qual é... a hora de começar, é o irmão ou a irmã espiritual! Como assim? E o agir do Espírito nessas horas? Agora é homem que manda em Deus? Sei lá...)
Uma grande parte do trabalho do Espírito na regeneração consiste em trazer ao eleito um verdadeiro conhecimento sobre assuntos espirituais e administrativos sobre sua responsabilidade (e como isso será cobrado de nós pastores!). O novo nascimento é comparado por Paulo à criação da luz (Gênesis 1:3, II Coríntios 4:6). É a saída da era das trevas. Os crentes foram chamados das trevas para a "maravilhosa luz.". Todos os crentes são ensinados pessoalmente por Deus (João 6:45), é só buscar minha gente! Muitos testemunhariam que eles se assentaram nas igrejas (ou até mesmo pregaram no púlpito) durante anos, sendo, ainda, encobertos espiritualmente até que Deus os salvou. Talvez o pensamento mais triste conectado a esse diálogo seja o de que os não regenerados, são desavisados de sua própria cegueira.
Por dedução ou indução ou o que você achar melhor! Afinal de contas, tem gente que está gostando de continuar cego (o que na verdade para alguns ainda é muito bom, pois, podem continuar a pedir esmolas, não é mesmo?).

Inclusive os cegos também tentarão guiar outros cegos (Mateus 15:14). Serão terríveis as consequências de tudo isso, pois, bem sabemos que todos dois cairão num abismo é só uma questão de tempo... Isso é outra coisa que os crentes cegos não gastam mais; o tempo com o Senhor! mas isso é outro diálogo...


PARA VISUALIZAR A PRIMEIRA PARTE:
http://ondeestadeusnessahistoria.blogspot.com/2011/07/crer-ou-nao-crer-eis-o-cristao-parte-i.html

PARA VISUALIZAR A SEGUNDA PARTE:
http://ondeestadeusnessahistoria.blogspot.com/2011/07/crer-ou-nao-crer-eis-o-cristao-parte-ii.html




domingo, 14 de agosto de 2011

Dica de Leitura: O DELÍRIO DE DAWKINS


Alister McGrath (Universidade de Oxford) analisa as conclusões do livroDeus, um delírio e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista.
— Francis Collins, Diretor do Projeto Genoma

Os autores de O delírio de Dawkins atacam o flanco do fundamentalismo ateísta de Dawkins e conseguem afastá-lo do campo de batalha.
— Publishers Weekly

Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de Deus, um delírio, tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna em 0 delírio de Dawkins.
Alister, outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Admirador da obra de Dawkins, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida.

Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos — fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, sentido da vida e busca de significado — que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão.

Para adquirir em João Pessoa ligue para 83 3042 7423 (H&R Livros)