sábado, 28 de abril de 2012

A PERGUNTA É: EXISTEM EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS QUE COMPROVEM QUE JESUS RESSUSCITOU?


por HELTON DE ASSIS FREITAS
Sim! O Novo testamento é um grande e fiel material que relata a ressurreição de Cristo.
Alguns podem exclamar: “Mas isso não vale! Os evangelhos não podem ser usados para comprovar que Jesus de fato ressuscitou! É um livro religioso. Não vale! Ele é tendencioso!”
Entretanto aqui citarei dois motivos pelo qual acredito que o novo testamento é um documento histórico valido para comprovar a ressurreição de Jesus.

1.      Os evangelhos são documentos altamente confiáveis do ponto de vista da critica textual.
Quem disse que o novo testamento não é confiável historicamente? Muitos acusam o Novo Testamento como se ele não mostrasse os fatos de acordo com a verdade ou como se os escritores tivessem “aumentado muito” as histórias. Outros céticos também acusam o NT de “impureza textual” como se seu conteúdo tivesse sofrido alterações ao longo dos séculos. Daí Constantino e  a Igreja Católica são os principais acusados deste crime. O fato é que nada disso faz sentido.
Especialistas afirmam que sua confiabilidade histórica é, comprovadamente, maior do que a da grande maioria das obras escritas na antiguidade.
Norman Geisler mostra isso muito bem em seu livro Não tenho fé suficiente para ser ateu. Indico a leitura deste ótimo livro.


2.      A própria forma como os evangelhos foram escritos não demandam uma propaganda.

Os seguidores de Jesus estavam dispostos a morrerem do que renegarem o que viram. A história mostra milhares de cristãos sendo martirizados pelo fato de defenderem, de corpo e alma, que Jesus de fato ressussitou.
A maneira como os relatos bíblicos foram escritos quebram todas as regras de propaganda.
A ressurreição era uma das poucas doutrinas da antiguidade que ninguém aceitava.  Seria loucura alguém defender uma coisa como essa. Ninguém encontrava essa idéia no mundo antigo.
Podia-se acreditar em várias doutrinas que tentavam explicar o que acontecia após a morte, como por exemplo, a idéia de Platão que afirmava que as almas iam para o Eom, ou a crença de Pitágoras em que as almas trasmigavam de um corpo para o outro. porém a ressurreição era algo tido como absurdo.
Uma propaganda é feita com o intuito de se ganhar algo. Os apóstolos estavam convencidos que não iriam ganhar muita coisa com aqueles relatos.
O que aquelas testemunhas esperavam ganhar? Perseguição e até mesmo o martírio!
Paulo foi degolado em Roma, Pedro crucificado de cabeça para baixo, Bartolomeu esfolado vivo, André amarrado em um madeiro até a morte...
Ser cristão naquela época era algo que exigia muita coragem.
Como eles iriam testemunhar algo falso, nessas condições?
O Dr. Rodrigo Pereira da Silva, famoso arqueólogo e teólogo brasileiro, disse em uma entrevista ao Programa do Jô: “Ou aquele pessoal era muito doido, ou ficaram tão extasiados com aquilo, que preferiam morrer do que negar o depoimento sobre a ressurreição de Jesus. Se fosse uma mentira eles tinha pulado fora. Ninguém iria ser cristão até o final, pois não valeria a pena.”

Não se pode afirmar que Jesus não ressuscitou, pois os fatos mostram o contrário. Ele de fato ressuscitou, e vemos que acreditar nisso não é algo para fanáticos, mas sim fruto de uma fé racional. 

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